Minúsculo em tamanho, enorme em impacto. O Fiat 500 nasce para motorizar a Itália do pós-guerra. Bicilíndrico arrefecido a ar, motor traseiro em balanço, arquitetura ultra compacta. Menos de 500 kg, manutenção simples, consumo mínimo. Não procura performance nem prestígio. Responde a uma necessidade nacional. Mas por trás da sua silhueta simpática esconde-se uma verdadeira inteligência de engenharia: maximizar o espaço, reduzir custos, simplificar a mecânica. O 500 não é um citadino chic. É uma solução industrial que se tornou ícone cultural.